Bem vindo ao Blog da Loja Babylandia de Matão

Bem vindo ao Blog da Loja Babylândia de Matão

A loja Babylândia trabalha com enxoval (Kit para berço, cobertores, mantas, bolsas, etc.), roupas (recén-nascido à nº 4), acessórios (chupetas, mamadeiras, mordedores, chocalhos, etc...) e calçados (nº 13 ao 24).

Dentre os momentos mais brilhantes da vida, está o momento único de receber com amor o seu bebê e para estes momentos a Babylândia oferece produtos de qualidade, conforto e ótimos preços.

Neste blog você também vai encontrar informações, dicas e sujestões sobre gestar, parir, amamentar e cuidados com seu bebê.

É uma alegria participar deste momento fascinante.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

PARTO HUMANIZADO

Meu Parto Humanizado











Muito se tem falado em Parto Humanizado, mas afinal o que quer dizer isso?

Humanizar um parto é ter respeito pela fisiologia (o corpo) da gestante e do Bebê. Dar liberdade às escolhas da mulher, prestar um atendimento focado em suas necessidades, e não em crenças, mitos ou interesses da equipe médica. O médico deve mostrar todas as opções que a mulher tem e acompanhar essas escolhas, intervindo o menos possível.

É a mulher que deve escolher onde ter o bebê, qual acompanhante quer ao seu lado na hora do trabalho de parto e no parto, liberdade de movimentação antes do parto e em que posição é melhor na hora do nascimento, direito de ser bem atendida e amamentar na primeira meia hora de vida do bebê.

A gestante deve ter o controle da situação, pois ela é a protagonista do parto, a dona do parto. A mulher não deve ser coagida manipulada ou ameaçada.

Existem algumas formas de tratamento que devem ser abolidas, essas são algumas:
Atitudes: um olhar feio, um dedo na cara, abandonar a gestante em um quarto sem o aparo emocional, etc.
Palavras ou frases que agridem: aguenta firme não foi bom fazer, mãezinha, não faça escândalo, etc.
Ameaças: vc está colocando a vida de seu bebê em risco, daqui em diante é por sua responsabilidade, etc...

A mulher não deve ser colocada em atitudes ou posição submissa, não deve de forma alguma se sentir humilhada.
A equipe médica deve ter repeito pela gestante, respeito pela vida!

As Gestantes devem exigir a humanização, no pré-natal, nas consultas e exames, na internação, durante o trabalho de parto, no parto, após o parto, na amamentação e com o bebê (todo procedimento realizado com o bebê deve ser comunicado e autorizado pela mãe). As gestantes não devem achar normal, ou aceitável serem agredidas, ameaças ou manipuladas.

Através da concientização podemos tomar as atitudes de: se impor, de negar, de exigir, de cobras, todos os direitos.

Michel Odent disse que para mudar o mundo é preciso mudar a forma de nascer. 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A maternidade nos torna melhor?



O que nos tornamos com a maternidade é algo que não pode ser dito, mas que só pode ser compreendido pelo sentimento que se passa no coração, e o nome deste sentimento talvez seja AMOR.

As Loiras (Adriana Galisteu e Ana Hickmann) levantaram esse tema, as duas andaram se estranhando em meados do ano passado, só por causa de uma frase infeliz de Adriane em seu programa "Muito +". Disse: "A única coisa que eu espero na vida dela é um filho, porque eu acho que vai melhorar muito o jeito dela". Talvez Adriane estivesse apenas querendo dizer que ter um filho mudou muito o jeito dela, Adriane, e que a maternidade é algo que faz bem para todas as mulheres. 

Luana Piovani, também disse "Minha barriga e o sentido da minha vida mudaram", rsrsrs, é muita coisa muda com a maternidade, mudamos fisicamente e emocionalmente. Nunca mais seremos a pessoa de antes da gravidez. E pra sermos feliz como mãe e mulher, temos que fazer uma única coisa ACEITAR.

Na medida em que a mulher vai tendo certeza deste papel, passará a viver, aceitar e a preocupar-se com um só objetivo, o bebê que irá chegar e o que poderão viver juntos.
Escolher ser mãe implica em ter que se deparar com a sua mãe interna, e isto não têm absolutamente nada a ver com o fato de ter sido ou não criado pela sua própria mãe biológica, tendo ela sido boa ou nem tanto, mas o quanto ela mesma é capaz de acolher as suas próprias questões e poder doá-las a outro ser de forma incondicional.

Ser mãe é ter que vivenciar outros sentimentos, nem sempre muito aceitos, como o ódio, a culpa e o medo.
Em prol da maternidade, abrir mão da vida profissional (mesmo que seja temporariamente), da própria independência, de dar atenção exclusiva ao marido, de ter tempo para si própria, e lidar com o sentimento de dúvida ou incapacidade de executar este papel tão simples e ao mesmo tempo tão complexo, dentre outras inúmeras situações, não é uma tarefa fácil de ser decidida.

A sociedade nos cobra, que sejamos mulheres perfeitas, mesmo quando estamos aprendendo a ser mãe. Nós mulheres, cobramos e apontamos o dedo, para aquelas, que acabaram de se tornar mães, e estão fora de forma, que estão se adaptando a maternidade. Não somos companheiras, não ajudamos nessa fase tão difícil. Sinceramente, não entendo por que agimos assim!

Escolher ser mãe pensando em  reconhecimento ou em amparo na velhice é um grande erro. Ser mãe requer não esperar nada em troca, mas ser simplesmente recompensada pelo seu próprio sentimento que faz com que esta escolha valha à pena.

A maternidade não significa, mulheres melhores ou piores, ela significa que a mulher será completamente diferente em relação ao sentido da vida.