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| Meu Parto Humanizado |
Muito se tem falado em Parto Humanizado, mas afinal o que quer dizer isso?
Humanizar um parto é ter respeito pela fisiologia (o corpo) da gestante e do Bebê. Dar liberdade às escolhas da mulher, prestar um atendimento focado em suas
necessidades, e não em crenças, mitos ou interesses da equipe médica. O médico deve mostrar todas as opções
que a mulher tem e acompanhar essas escolhas, intervindo o menos possível.
É a mulher que deve escolher onde ter o bebê, qual acompanhante quer ao seu
lado na hora do trabalho de parto e no parto, liberdade de movimentação antes do
parto e em que posição é melhor na hora do nascimento, direito de ser bem
atendida e amamentar na primeira meia hora de vida do bebê.
A gestante deve ter o controle da situação, pois ela é a protagonista do parto, a dona do parto. A mulher não deve ser coagida manipulada ou ameaçada.
Existem algumas formas de tratamento que devem ser abolidas, essas são algumas:
Atitudes: um olhar feio, um dedo na cara, abandonar a gestante em um quarto sem o aparo emocional, etc.
Palavras ou frases que agridem: aguenta firme não foi bom fazer, mãezinha, não faça escândalo, etc.
Ameaças: vc está colocando a vida de seu bebê em risco, daqui em diante é por sua responsabilidade, etc...
A mulher não deve ser colocada em atitudes ou posição submissa, não deve de forma alguma se sentir humilhada.
A equipe médica deve ter repeito pela gestante, respeito pela vida!
As Gestantes devem exigir a humanização, no pré-natal, nas consultas e exames, na internação, durante o trabalho de parto, no parto, após o parto, na amamentação e com o bebê (todo procedimento realizado com o bebê deve ser comunicado e autorizado pela mãe). As gestantes não devem achar normal, ou aceitável serem agredidas, ameaças ou manipuladas.
Através da concientização podemos tomar as atitudes de: se impor, de negar, de exigir, de cobras, todos os direitos.
Michel Odent disse que para mudar o mundo é preciso mudar a forma de nascer.
A gestante deve ter o controle da situação, pois ela é a protagonista do parto, a dona do parto. A mulher não deve ser coagida manipulada ou ameaçada.
Existem algumas formas de tratamento que devem ser abolidas, essas são algumas:
Atitudes: um olhar feio, um dedo na cara, abandonar a gestante em um quarto sem o aparo emocional, etc.
Palavras ou frases que agridem: aguenta firme não foi bom fazer, mãezinha, não faça escândalo, etc.
Ameaças: vc está colocando a vida de seu bebê em risco, daqui em diante é por sua responsabilidade, etc...
A mulher não deve ser colocada em atitudes ou posição submissa, não deve de forma alguma se sentir humilhada.
A equipe médica deve ter repeito pela gestante, respeito pela vida!
As Gestantes devem exigir a humanização, no pré-natal, nas consultas e exames, na internação, durante o trabalho de parto, no parto, após o parto, na amamentação e com o bebê (todo procedimento realizado com o bebê deve ser comunicado e autorizado pela mãe). As gestantes não devem achar normal, ou aceitável serem agredidas, ameaças ou manipuladas.
Através da concientização podemos tomar as atitudes de: se impor, de negar, de exigir, de cobras, todos os direitos.
Michel Odent disse que para mudar o mundo é preciso mudar a forma de nascer.







